Kragon

Welcome to your Adventure Log!
A blog for your campaign

Every campaign gets an Adventure Log, a blog for your adventures!

While the wiki is great for organizing your campaign world, it’s not the best way to chronicle your adventures. For that purpose, you need a blog!

The Adventure Log will allow you to chronologically order the happenings of your campaign. It serves as the record of what has passed. After each gaming session, come to the Adventure Log and write up what happened. In time, it will grow into a great story!

Best of all, each Adventure Log post is also a wiki page! You can link back and forth with your wiki, characters, and so forth as you wish.

One final tip: Before you jump in and try to write up the entire history for your campaign, take a deep breath. Rather than spending days writing and getting exhausted, I would suggest writing a quick “Story So Far” with only a summary. Then, get back to gaming! Grow your Adventure Log over time, rather than all at once.

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Sessão 42

Fomos até Moryn e salvamos várias pessoas. Pietro surtou.

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Sessão 43

5 dias depois chegamos a Salimihic. Pietro resolveu o curse de Alember e passou pro lvl 30. Espancamos vários dragões e salvamos o planeta.

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Sessão de 28_abr
Reality as it should be

Pietro começou a manter anotações sobre os acontecimentos para melhor identificar os momentos em que sua vontade falhou e os em que prevaleceu sobre os sonhos de Luz e Trevas e sobre a maldita vontade dos deuses. Esperando derivar uma lógica, quiçá uma fórmula, da aparente arbitrariedade dos eventos, o ilusionista delusional vai eliminando assim cada vez mais a dúvida de sua mente

Vitoriosos, claro, voltamos a Moryn e relatamos a obviedade do sucesso a Hermanoff, Parium e Ofelius. Ficaram surpresos: esperavam nosso fracasso. Agora certamente confiam mais em nossas Vontades e não contribuirão mais com suas mentes fracas para os patéticos sonhos sobre nossa ruína que os deuses alimentam.

Parium executou um interessante ritual sobre Alember para que o interrogássemos. Acalmei o espírito, mas foi Kiara que o tirou de seu delírio de auto-comiseração. Apesar de fêmea, a drow tem uma Vontade forte; talvez a mais forte dentre nós. É uma grande fonte de inspiração para o fortalecimento de minha própria Vontade.

Pois bem, Alember confessou eventualmente que conhecera Alec Nospell em sua infância: quando Radhous o levava para o leste os dois passaram por Salimihic, onde o menino Alember residia, atormentado por uma doença tão incurável quanto sua fragilidade volitiva. O gêmeo crônico o fascinou o suficiente para eliminar sua histérica somatização, mas aproveitou para implantar uma sugestão pós-hipnótica no garoto: convenceu-o de que a partir de então carregaria o elo que este gêmeo mantinha com o outro.

Algumas observações: Alember é um caso curioso, não sei o que pensar de sua Vontade. Sua doença de infância, claro, não passava do sintoma de uma fraqueza mental que ainda hoje ostenta; ele é decidido ocasionalmente, mas pelas razões erradas – ou melhor, pelas emoções, que são quase todas erradas. No entanto, sua crença foi suficiente para manter a ligação com o gêmeo demoníaco sobre si durante muitos anos. É isso: Alember é fraco de Vontade, mas forte em crença. Um escravo de si próprio; forte, mas ainda um escravo. Por isso tenho pena dele, o que, infelizmente, não ajuda sua situação.

Para permitir a passagem de Alember para o reino dos mortos, precisávamos vencer a Vontade de Demon, que proibira seu filho Necro de acolher a alma do fazendeiro, garantindo assim que seu escolhido Zoster continuasse imortal. Para o desespero de Ofelius, Hermanoff sugeriu que procurássemos Benmardem Midnorten em Amdal, um escravo de Libra que havia se aventurado com eles antes que conhecessem meu pai.

Seguimos então para o leste. Tivemos que passar por Tuk, e evitei entrar na metrópole, pois andava sonhando com a raiva do vendedor de rituais, e tinha certeza que esta minha fraqueza traria sua mesquinha vingança sobre nós e nos faria gastar tempo com Vontades irrelevantes. Dito e feito, meus companheiros ao saírem e me reencontrarem relataram que sou agora procurado na cidade. Sei que este é um sintoma de minha própria fraqueza, e só eu posso resolvê-lo purgando de vez qualquer preocupação com a Vontade de vermes, mas sou grato a Gareth por incutir algum senso na mente limitada dos mercadores locais. Alguns dos malditos escravos do dinheiro tinham um débito com o guerreiro, que costumava vistoriar os carregamentos de mercadorias que passavam por Moryn, e foram convencidos por ele a reverem suas prioridades.

Trouxeram ainda Kratos, que parece menos perturbado. Se há uma Vontade imensamente forte e ao mesmo tempo plenamente perdida em Kragon, é a dele. Não tenho mais tanto medo do goliath, mas ainda não decidi se isto é bom ou não. O gigante estava pálido demais, e comia e dormia pouco. Um rápido exame revelou que estava em transição para a morte, e provavelmente só permaneceria entre nós até resolver o que quer que seja sua missão, agora esquecida. Gareth ficou muito preocupado com isto, e pediu que eu fortalecesse a crença do gigante em sua própria vitalidade. Mas fiquei mais preocupado com a reação do goliath a sua situação. Não posso me esquecer que é um intelecto simplório e cheio de superstições, facilmente perturbado por tais coisas. Não mencionarei mais sua condição, pois já percebi que suas crenças podem realizar a profecia de seus próprios preconceitos em relação aos desmortos.

Benmardem Midnorten, o “velho Ben”, morava em uma cabana decrépita a uma meia hora de caminhada de Amdal. O velho é um ser pitoresco e muito interessante. Apesar de sofrer de uma patética paixão por Libra – aliás, filha da Maldita – ele tem a força de Vontade típica dos anciãos, que já não se intimidam diante dos sonhos de Luz e Trevas. No entanto, conquistou isso apelando para recursos intrínsecos a estes sonhos, como meu pai esboçou fazer; o velho cultiva ervas alucinógenas em seu quintal.

Ben nos disse que teríamos mais chances tentando negociar com Necro do que indo diretamente contra a Vontade de Demon. Ele se ofereceu para falar com o deus dos mortos, mas precisaria de um componente específico para tal: sangue de um diabo. Nossa Vontade foi forte o suficiente para que houvesse tal coisa por perto, mas fraca o suficiente para que a iguaria estivesse enfurnada fundo nas montanhas e guardada por descendentes de Duergar, o anão que escolheu o caminho da escravidão.

Não esmorecemos, claro, e partimos para as montanhas no dia seguinte. Mas fomos assaltados por dúvidas e hesitações quase fatais no combate com os porteiros da cidade duergar, no alto das montanhas nevadas. Cheguei a desfalecer por um instante, mas minha irmã me trouxe de volta com uma oração. Foi a primeira vez que ousou orar à Maldita por mim. Creio que meu ódio por esta humilhação e por este aumento do débito dos Kredhw’n foi inconscientemente percebido pelo impressionável Alember, que esboçou alguma espécie de fúria volátil assim que me levantei e voltei ao combate. Mas depois percebi que isto era também uma piada de Femi: a concretização de um trocadilho infame que envolvia uma analogia entre um cajado e um pênis, e a potência que ligava um ao outro. A clériga ainda insistiu no erro, orando mais uma vez por mim em seguida, e é claro que a “benesse” da Maldita não veio sem uma ameaça nada sutil, pois ao mesmo tempo em que meus ferimentos se cicatrizavam, grandes colunas de pedra rompiam o solo por todo o campo de batalha, numa clara alusão provocativa à penetração da mãe-terra por um órgão masculino ereto. Desista, Femi, sua pervertida; não me interessam mais suas doces armadilhas.

Conseguimos recuperar nossa determinação ao invadirmos a prisão mantida pelos anões, onde libertamos vários prisioneiros. Eles tiveram que invadir a cidade duergar, pois o caminho de volta estava bloqueado por um pedregulho que a Vontade do gigante conjurou.

Um dos prisioneiros nos indicou o caminho até o templo dos anões, onde guardavam os restos de Baazub, o diabo que escravizara todo um povo. Partindo para lá, descobrimos que sua mente era extremamente fraca, talvez até fosse uma pura manifestação residual da crença de seus escravos, sem mais nenhum resquício de Vontade própria.

Como sempre, a Liga das Sombras demonstrou determinação infalível e clareza de propósitos insuperável, e todos fizeram suas Vontades prevalecerem sobre os patéticos anões. Quando conjuraram o semblante do que um dia foi Baazub, o convenci de que espíritos o perseguiam, e sua mente sucumbiu à confusão. Em seguida o convenci de que era fraco, e caiu no chão. Depois convenci Luz e Trevas de que Alember criava uma onda de choque ao golpear a terra, e arrastava o diabo pela sala tal como um boneco em frangalhos. Todos truques simples para uma Vontade forte. Mas o que me surpreendeu foi convencê-lo através do puro pensamento a hesitar e fraquejar quando se levantou e tentou dominar o corpo de Gareth.

Me surpreendeu, mas não me surpreende mais. Minha Vontade se fortalece, com a aquiescência de Magus e nenhum outro. De fato, sinto-me agora capaz de levar a cabo o ritual roubado, que nos trará informações sobre o gêmeo demoníaco. Este é o caminho. O único para aquele que ousa contestar uma deusa. E estou trilhando-o com maestria. Aguarde-me, Maldita, um dia ainda irás reconhecer, em prantos e ajoelhada à minha frente, que nem todos nasceram para se curvar a seus ditames.

Pietro Kredhw’n III, crusher of the will of the weak, from within the League of Shadows.

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